Estar em Portugal é muito mais do que vivenciar uma cultura europeia tradicional— é mergulhar em uma experiência gastronômica única. Entre os sabores que marcam essa jornada, os doces conventuais ocupam um lugar especial.
Com origem nos conventos e mosteiros portugueses, essas delícias ricas em açúcar refinado, gemas de ovos e amêndoas encantam pelo sabor equilibrado e pela tradição secular. São doces que se degustam quase “rezando”!
Do desperdício à inovação
Nos séculos XVIII e XIX, Portugal era o maior produtor de ovos da Europa. Enquanto às claras eram exportadas para purificar vinhos e engomar roupas da elite, as gemas sobravam e acabavam descartadas ou usadas como ração.
Com a chegada do açúcar em larga escala, surgiu uma nova oportunidade: transformar essas gemas, antes consideradas resíduo, em uma nova linha de produtos. E assim nasceram os doces conventuais, impulsionados ainda mais pela necessidade dos conventos de gerar receita em tempos de crise.
A relação com o mundo de arquitetura de software
Na arquitetura de soluções, não basta apenas automatizar processos— é essencial entender toda a jornada, os elementos envolvidos e seus impactos.
As freiras e monges portugueses enxergaram potencial onde antes existia o desperdício.
Um bom arquiteto de soluções deve estar atento a eventos externos e antever tendências e avaliar a jornada como um todo.
O que hoje parece um detalhe irrelevante pode, amanhã, se tornar um diferencial estratégico. O hábito de questinar processos e entender a jornada completa traz uma visão mais abrangente, garantindo que a solução proposta seja robusta, evolutiva e alinhada ao mercado.
E você, já transformou alguma “gema de ovo” em um novo produto inovador?
Tenham um excelente dia! Eu sou Fernando Cerqueira e entrego estratégias digitais para os desafios do presente, com propostas de inovação para um futuro sustentável.






